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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

na estufa

Saudades do verão. Lembram? Dias quentes e tardes com chuvas torrenciais, mas breves. Elas tinham até o nome da estação.
Verão, inverno, todas as outras estações...aqui em nossa estufa paulistana, todas pertencem ao passado. Só não vamos esquecer os nomes delas graças às obras de Vivaldi...Legião Urbana...e Sandy e Júnior.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

chove desde sempre.

terça-feira, 15 de abril de 2008

o lado bom

Não sei vocês, mas nesses tempos em que os dias de sol se tornam cada vez mais escaldantes e estimulam aqueles que preconizaram o aquecimento global a fazer a dança do "eu te disse", acho simplesmente maravilhoso curtir um tempo nublado e frio de vez em quando, dormir ao som da chuva e enrolado nas cobertas.
E neste final de semana estavam me contando sobre outras épocas em Capão Redondo...muito mato, bichos, árvores frutíferas...um clima meio de zona rural, mesmo. Coisa de 35, 40 anos atrás, nem é tanto tempo assim. E o tempo? Dá para acreditar que já houve geada por estas bandas? Invernos que faziam jus ao nome.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

mirante - janeiro

O tempo promete ser muito estranho ao longo deste ano.
Lembro-me de pouquíssimos dias típicos de verão desde que voltei do Rio. No primeiro final de semana do ano e nos dias seguintes, havia sol, mas não o calor insuportável típico da estação, pelo menos não para mim: à minha volta, as pessoas se queixavam dos dias quentes. E não chovia: à tarde, as nuvens se adensavam, mas não caía uma gota sequer; no máximo, as temperaturas caíam durante a noite. E em pleno janeiro, a seca chegou a preocupar, os níveis dos reservatórios de água perigosamente baixos. Então a temperatura resolveu subir, para simultâneos desespero e alívio, respectivamente pelos dias abafados e o retorno, ainda que tímido, das chuvas. E chego agora ao final de semana passado. Aquele com a frente fria que trouxe chuvas quase ininterruputas até, digamos, ontem, e derrubou a temperatura a níveis invernais. Já tivemos dezesseis graus em São Paulo. Dezesseis. Hoje, o sol está de volta, mas o frio destes últimos dias nos deixa uma manhã típica de inverno, das que se reluta em abrir as janelas num primeiro momento. Tudo isso em menos de vinte dias.
E eu queria tanto um feriado com tempo agradável, mas não sei o que esperar. Estações do ano é um conceito comprovadamente obsoleto.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

clima 2

Tempo indeciso durante todo o dia: uma hora, raios de sol incidiam sobre o solo sem obstáculo visível, tornando mais belo o que nasceu para brilhar; no momento seguinte, nuvens espessas e carrancudas obstruíam nossa visão do céu, e com elas vinha um ventinho frio típico dos dias mais tristonhos. Até umas gotas de chuva caíram, pouquíssimas, pelo curto espaço de um minuto - talvez menos - servindo apenas para assustar quem tinha roupa no varal. A água veio, mas é como se tivesse desistido de molhar qualquer coisa.
Aí o céu tem essa simultaneidade de tons claros e cinza que é adorável, dizendo que tudo pode acontecer, mas nem acontece nada.

sexta-feira, 30 de março de 2007

clima

Dia quente e seco, como nos piores momentos do inverno. Aqui nas redondezas, o céu, próximo ao horizonte, apresenta uma camada de tom acinzentado, a qual, entretanto, não é tão pronunciada quanto a já habitual faixa de gases poluentes observada em outros pontos da cidade. Uma névoaparece encobrir os pontos mais distantes que a vista alcança. Aqui dentro, a garganta seca e dá vontade de tossir.
O vilão da vez, dizem, é o ozônio. Proteção contra os raios solares mais nocivos ao ser encontrado na atmosfera superior, é perigoso poluente quando ao alcance de nossos narizes. Pode ser, em princípio, meio difícil acreditar que um composto formado exclusivamente de oxigênio sejaassim nocivo, mas é mais pura verdade.
Em São Paulo, uma das maiores concentrações de ozônio se encontra no Parque Ibirapuera - justamente onde se poderia imaginar que estaríamos livres desse tipo de problema. A atitude mais saudável é evitar a prática de atividades físicas nas horas mais quentes do dia e rebater o calor com a ingestão regular de líquidos.