quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Aliás, esses eventos bem podiam ser proibidos assim próximos de áreas residenciais, não?
domingo, 26 de julho de 2009
frio? que bom
sábado, 25 de julho de 2009
quanto custa ter um automóvel?
Umas contas rápidas e a sentença: para mim, por ora, não vale a pena.
Como não poderia deixar de ser, deixo um link para você, que acha carro zero com cheirinho de novo uma coisa tão fundamental na vida, pensar melhor a respeito. Pena o site ser de Portugal e, por isso mesmo, indicar valores em euros. Mas boas idéias, acredito, não têm fronteiras. A minha é contribuir um pouquinho por uma vida mais digna. Vamos?
http://thechange2004.blogspot.com/2008/06/os-custos-do-automvel.html
domingo, 19 de julho de 2009
Antes do Baile Verde, livro de contos de Lygia Fagundes Telles. Veio do sebo esta semana.
Caminhos do Trem, coleção especial da revista História Viva. Conta a trajetória do meio de transporte decisivo para o crescimento do país e que hoje, após anos de improvável descaso, assiste a tentativas de retomada. Estava há um tempo completinha em casa e já estava na hora de começar a ser lida. Eu virava as páginas pensando, eu poderia estar indo a Sorocaba de trem. E ainda faço o link com o post passado, notaram?
sexta-feira, 17 de julho de 2009
por que é preciso desejar boa viagem...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Ouvinte JP
André relata descaso do Psiu e da Concessionária Caoa
Prezados,
Desde a manhã de segunda-feira, na Caoa João Dias, concessionária deveiculos situada no número 2.207 da avenida de mesmo nome, soa um alarme intermitente que provavelmente não incomoda quem está dentro da loja, mas que inferniza a vida dos moradores do entorno, 24 horas por dia. Registrei o ocorrido a funcionários do local e nenhum deles deu a mínima atenção ao caso (deviam se considerar ocupados demais para tratar com alguém que não estava lá para deixar seu dinheiro na loja). Aqui em casa ligamos também para o Psiu, mas eles sequer têm data para vir. A própria atendente disse que a polícia nada poderia fazer num caso como o nosso, pois, apesar de o barulho ser agudo e constante, não é extremamente alto. A pergunta que faço é óbvia: até quando teremos que aturar as consequências de todo esse descaso?
Atenciosamente,
André de Oliveira Leonardo
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Postei o link primeiro no Twitter. E sabe que depois da primeira twittada dá uma vontade doida de repetir a dose incessantemente...mesmo sem assunto?
domingo, 5 de julho de 2009
Na verdade, esta é somente uma das medidas que vem sendo tomadas na metrópole norte-americana a fim de reduzir o caos e tornar a cidade um tantinho mais humana. Um bom texto sobre o assunto pode ser conferido aqui. E olha que na Big Apple eles estão é correndo atrás; cidades europeias já estão bem à frente no sentido de oferecer alternativas à chamada "cultura do automóvel".
Enquanto isso, aqui em São Paulo, onde "o governo não faz nada" e o paulistano solitário em seu carro confortável ainda menos, continuaremos a bater recordes sucessivos de congestionamento.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
condenação?
quarta-feira, 17 de junho de 2009
resposta (maysa)
Ninguém pode calar dentro em mim
sábado, 30 de maio de 2009
marabá
sábado, 23 de maio de 2009
Número dois. Eu tinha duas opções: ir para casa sem hora para chegar (sexta-feira...) ou assistir àquele filme na sessão "Chuva de Clássicos" na Galeria Olido de que nunca ouvira falar, nem bem nem mal, e ainda por cima em exibição à antiga (super 35, é isso?). Fiquei com o filme. Belíssima. Italiano. Anos 40. Uma mãe quer fazer da filha uma estrela, e para isto está disposta a fazer tudo ao seu alcance. Mas será que isso é o melhor para a menina? Muito bom também. Gostei das personagens femininas, umas italianas autênticas, passionais, que falam alto.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
descendo lenha
domingo, 17 de maio de 2009
x-men: evolução
Enfim, eu me divertia e a coisa ainda me ajudou a tornar o "nerd" de hoje.
Hoje, muito por acaso, vi um pedacinho do "novo" desenho dos mutantes, Wolverine e os X-Men e quase morri de tédio. Mais do mesmo a vida toda. Sentinelas, molde-mestre, irmandade de mutantes, mutações como óbvia metáfora para minorias - e adolescentes -, protagonistas rasos cuja "personalidade" se desvenda em uma única frase, além da evidente megaexposição de Logan, como o próprio título da produção atual supõe.
Essas coisas servem para formar gerações de novos fãs (mais gente para dar dinheiro à franquia) e só. Eu caí nessa há quinze anos, outros cairão agora. Mas, por enquanto, é até perdoável eles acharem tudo o máximo; o senso crítico apurado que venha com o tempo. Só peço que não deixe de vir, por favor!, ou seria melhor continuar lá na seção infantil pro resto da vida.
domingo, 10 de maio de 2009
galvanizando
A gente chega lá. E quando acontecer, haja coração, amigo.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quem não tem colírio usa
quinta-feira, 7 de maio de 2009
urbana 2
(...) Tenho meu espaço mais ou menos garantido na cidade. Tive boa educação, médicos; hoje moro bem - como quando vivia com meus pais - , tenho emprego de que posso me orgulhar em termos financeiros e meu lazer está garantido. Tenho dinheiro. O pobre não tem as mesmas chances. Não é nem cidadão. Por isso, só consegue moradia, isso quando consegue, bem longe de mim, longe da cidade boa para os endinheirados. É como as coisas são. E com destino desses, o pobre tem um estilo de vida que eu não consigo imaginar, talvez nem entender. E isso me assusta. Vejo alguém diferente de mim e fico logo ressabiado. Mais todas essas coisas que a gente ouve, na mídia, ou das pessoas, pessoas como eu. A falta de segurança cada vez maior, essas ruas que se tornaram um perigo. E a maior parte dos criminosos é essa gente despossuída, que veio de favelas. Então vou fazer o que muitos de nós estão fazendo. estou indo para um condomínio fechado, com muros, grades, câmeras de vigilância, segurança privada. Posso pagar, mesmo. Mereço um pouco de conforto. Falando em conforto, já chegou a hora de trocar de carro. Vou comprar um desses bem grandes e altos. Devem ser uma delícia de dirigir. Na propaganda diz que enfrentam até enchente. Acho uma ótima idéia, esse problema das enchentes parece aumentar a cada ano. Um carrão desses não vai me deixar na mão. Dirijo sempre sozinho, nunca se sabe. O seguro é bem mais caro que o do outro automóvel. Fazer o quê? Carro sem seguro é impensável nos dias de hoje. Meus pais, meus tios, eles tiveram vários carros e não tinham que se preocupar com isso. É essa cidade, cada vez mais cheia, mais perigosa. Felizmente, posso manter o padrão de vida que acredito que mereço, posso arcar com seguro...e condomínio. Mas até estou gostando de morar aqui. Achei que não iria gostar de apartamento. Eles oferecem tanta coisa. Parque privativo, não-sei-quê gourmet, todos esses equipamentos de lazer. Se eu quiser, praticamente só preciso sair do prédio para trabalhar. E essa vista que tenho...aquilo mais ao longe é uma favela? Bem, daqui a algum tempo posso pensar em procurar algum desses condomínios com casas enormes fora da cidade, desses onde só se chega pegando estrada, praticamente no meio do mato. Aquilo, sim, deve ser conforto.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
E assim soube que favela não é coisa só de lugar distante e "esquecido por deus". Há algumas em localidades ainda mais centrais. A Berrini tem a sua; em Jabaquara, Campo Belo, Vila Mariana, entre outros bairros nada periféricos, as moradias insalubres marcam presença. Sem vergonha nenhuma a ninguém. Bem, ensaiam-se programas de urbanização em Paraisópolis e Heliópolis, as favelas que cresceram a pontos de serem consderados bairros, de modo a coisa não ficar tao feia aos olhos de quem vê de fora, creio. Ao menos há a intenção de fazer algo...em algum lugar...para alguém...mas não sei por quê, continuo tão insatisfeito como quando vi aqueles barracos atrás daquelas torres que tantos consideram elegantes.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
o que passa
O que acontece? Estou pensando menos? Cansando-me mais, sem dúvida. Quando tenho tempo meu para espairecer, quero esvaziar a cabeça...ver tevê...tirar um cochilo, se almocei a pouco. E se penso, são as coisas mesmas de sempre, aborrecidas...às vezes me toma um mau humor, reclamo do que não muda, solto um ou outro palavrão. Nada de que se orgulhar, enfim.
Ou então, um lampejo; uma possível solução se apresenta, as coisas podem finalmente mudar, vamos acabar com esse ranço, sorrir mais. Eu nem percebo quando se perde.
Parar por aqui...não consigo achar jeito de acabar este post sem parecer muito melancólico. Bem, ao menos isso estou procurando evitar.
terça-feira, 21 de abril de 2009
pratos
Satisfaço bem essa necessidade do corpo, a alimentação. E por isso sempre sou grato. Mesmo quando por acaso me esqueço daquela silenciosa prece. Comer bem enquanto tantos, tantos passam fome, entre outras privações (suspiro)
sexta-feira, 10 de abril de 2009
E a cidade que ficou para trás, aquela coisa feia, suja, barulhenta, ironia das ironias, torna-se tranquila e pacata. Um simples caminhar pelas ruas e avenidas, tão pouco convidativas a quem não trafega por elas de carro - e mesmo para os motorizados, na verdade - vira um programão. O sossego reina, é como um milagre. E nem foi preciso viajar.
Ah, se todos os dias fossem um pouco mais como os feriados. Nada de desejar clima bucólico em plena segunda-feira braba, longe disso, pés no chão aqui. Mas parte do caos urbano somos nós que causamos. Ah, e se não tivéssemos a capacidade de aprender com os erros...não estaríamos aqui. E "aqui" não é só esta cidade, não.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
educação
Final de semana, manhã tão quente quanto as manhãs de outono podem ser. Pai e filho andam de carro. O menino tem seus oito, nove anos, mas já é fanático por automóveis; sabe nomes e marcas de todos os modelos que vê na rua, sem errar, até os mais obscuros.
O pai faz uma conversão com o farol fechado. Isso também não escapa à atenção do garoto esperto.
"Pai, você passou sinal vermelho, você viu?"
"Vi." Breve pausa. "Hoje é domingo..."
E são tantas as lições.
quarta-feira, 25 de março de 2009
que super-herói eu sou?
You are Spider-Man
| You are intelligent, witty, a bit geeky and have great power and responsibility. |
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sexta-feira, 6 de março de 2009
história
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
nossos tempos
Um automovel fechava um cruzamento, impedindo a passagem de um ônibus. O farol estava aberto para este último, o qual não estava lotado, mas tinha um bom número de passageiros.
O único ocupante do carro era o motorista.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
até onde pode descer?
Ou seja...Tá Todo Mundo Louco, com todos aqueles comediantes com o dom de não me fazerem rir, não foi o fundo do poço. A praga deve ter sido feia, e eu nem acredito nessas coisas.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
não cometo poesia
Em prosa, basta organizar as idéias de forma mais ou menos coerente, colocar uma palavra diante da outra e o pretenso escritor pode se sair bem. Mas verso? Verso é mais, ou assim sempre supus. Não ligo muito para coisas como métrica ou rimas, embora admire e faça mil deferências a quem consiga fazer poesia de qualidade dessa forma, sem engolir sílabas, palavras ou o bom senso. Se fosse isso apenas...em minha mente, há como que uma série de axiomas que parecem ditos ao megafone de maneira ensurdecedora quando tenho a audácia de cogitar a escrita em verso.
Tanto me convenço de minha incapacidade de extrair arte da pena - ou da pedra - que uns tempos atrás, após compor umas estrofezinhas desajeitadas, quis me redimir trazendo algo que começava como Meu verso não é poesia. Mas isso mesmo eu pretendia fazer em verso e a coisa jamais saiu das primeiras linhas. Ah, e da última: definitivamente, meu verso não é poesia.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Ok...a indústria automobilística sustenta muitas outras. Fato incontestável. Um punhado de empregos deve ter se mantido por aí. Mas bem poderia ser outra a notícia boa neste período de incertezas. É que comemorar sucesso em venda de carros com as ruas simplesmente lotadas não parece muito sensato.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
domínio
o passeio? pode sujar
o dinheiro? pode roubar
o bem? pode abusar
o funcionário? ha...esse não faz nada...é mal educado, bate ponto,
toma cafezinho, bate ponto...só.
Continuemos pensando assim.
a velha monark
A história da velha fábrica não é única, bem sabemos. Tantas outras indústrias já deixaram a cidade em busca de vantagens logísticas e fiscais. Cabe perguntar o que foi permitido a seus antigos funcionários buscar, após a extinção de seus postos de trabalho.
Os antigos terrenos industriais, alguns ainda não tiveram destinação definida. Estes abrigam esqueletos apodrecendo ao sol, desgastando-se sob as intempéries, até o mercado lembrar-se de utilizar essas áreas. Em tantos outros, as velhas fábricas já foram abaixo, cedendo espaço a mais torres, em sua maioria residenciais, daquelas que prometem conforto e lazer total a seus moradores. Assim que eles conseguirem sair do trânsito, ao menos.
Ainda não sei o que será da antiga Monark. Garanto a informação neste espaço assim que a tiver.
Em tempo: não estou atacando a saída das indústrias, muito menos pretendo com este post algo do tipo bons-tempos-eram-os-antigos. Apenas observo.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
guia
na estufa
Verão, inverno, todas as outras estações...aqui em nossa estufa paulistana, todas pertencem ao passado. Só não vamos esquecer os nomes delas graças às obras de Vivaldi...Legião Urbana...e Sandy e Júnior.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
O meu aparelho ainda funciona; uma troca não se justifica, apesar de sua idade. Ainda faz o que se espera dele. É suscetível, inclusive, às mesmíssimas falhas a que estão sujeitos celulares novos ,ou nem tanto, ou nem um pouco. Pois celular tende a falhar quando mais dele se precisa, não sei se todos já perceberam.
Ainda assim, uma fagulhazinha consumista se acende. Tenha dó.
domingo, 4 de janeiro de 2009
"Bom querido, que tudo se Ilumine na sua vida, neste mais um Ano, e mais que isso, que vc se Ilumine permitindo que sua Luz brilhe cada vez mais, cumprindo seu Papel nessa Jornada Terrena!
Nunca se esqueça vc é Luz porque é criação dela, e sempre voce podera Iluminar seu caminho e outros caminhos que cruzarem o seu!
Siga sempre o caminho ditado pela sua Alma e terás muito mais momentos de felicidade do que de tristeza!
De Paz que sofrimentos!
Esteja sempre no Centro de si, mesmo, no que é real e verdadeiro!!"
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
inéditos...para mim
Sem Licença Para Dirigir...é que deixei muitas Sessões da Tarde para trás. Um daqueles filmes típicos de adolescente dos anos 80, feito sem nenhuma intenção além de divertir. E diverte mesmo! Garoto quer tirar a carta de motorista e, com ela, o passaporte pra vida adulta (óbvio), e, de quebra, e mais óbvio ainda, conquistar aquela garota por quem ele vem babando. Aí ele reprova no teste, mas quem disse que isso vai impedi-lo de sair dirigindo? A mocinha é Heather Graham (Os Picaretas, Austin Powers 2), novinha e a cara da Barbie. O cabelo também...aliás, existe como assistir a filmes dessa década sem reparar nos desastres acima da cabeça dos atores? Mullets são só o começo...Questões capilares à parte, situações malucas, reviravoltas bizarras e piadas infames não faltam, e o final pode ser meio chocante para quem fechou com a coisa de "homens merecem carros".
O Sobrevivente é ficção científica, estrelado por Arnold Schwarzennegger. No ano de 2017, um estado opressor manipula a população divulgando informações distorcidas e entregando entretenimento barato da pior espécie. No programa mais popular da "Rede", e que dá nome ao filme, opositores do regime lutam pela vida numa arena, com direito a gladiadores e platéia ensandecida, e invariavelmente perdem - claro, até o Schwarza aparecer. Fazendo o papel que lhe cabe: sujeito monossilábico embora metido a frases de efeito e tiradinhas sarcásticas e chutador de traseiros. O futuro do filme é como um prolongamento dos anos 80: cabelos estranhos (dã!), músicas com sintetizadores. A coreografia das dançarinas do Sobrevivente, o show, é algo que inspiraria as loucuras de Hans Donner - uma olhada nos créditos finais mostra que a responsável pela bagaceira é Paula Abdul!
Longa vida a essa década insana, e aos filmes que eu deveria ter visto na época. Que me sejam dados mais momentos de pôr a diversão em dia.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Senão, atente ao sentido cristão-ocidental da data festiva: um deus - ou alguém muito mais próximo dele que qualquer um de nós - surge entre os homens, ele também homem, a nos dar a definitiva lição de humildade.
Outra possibilidade ofereço: lembrar-se da magia que envolvia Natais idos, quando éramos poupados das preocupações e frustrações do mundo adulto. (Felizes de nós que tivemos essa dádiva.) Lágrimas aos olhos.
(...)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
depois
E o campeão do mundo, que nem ao pódio subiu. Coisa chocha. Não recebeu cumprimentos de Serra e Kassab. Na penúltima volta, Hamilton viu o campeonato escapar-lhe das mãos. Na última curva - Massa já havia vencido a corrida - a taça estava nas mãos do brasileiro. E como se portou o pequeno Lewis durante os breves instantes em que tudo parecia perdido? Seu nervosismo era nítido; não sabe ainda lidar com adversidades. O título do primeiro piloto negro da história da Fórmula 1 poderia ter esperado.
Agora os helicópteros fazem o caminho de volta.
antes
Eu queria ir até o autódromo hoje. Não para ver a corrida; acho que isso só deve ter sua graça na tevê. A coisa de ter um piloto brasileiro na briga do título, uau, tampouco me pega. E, importantíssimo, eu não iria suportar o barulho. Só queria estar lá para conferir o movimento. Chegar em Interlagos com uma hipotética bicicleta, aquela que ainda não tenho, ou pegar o trem e descer na estação Autódromo, e conferir São Paulo em dia de Fórmula 1. Eita cidade em que tudo acontece, lugar que recebe tudo e todos.
Que eu me lembre, é o primeiro dia de Finados em anos com um tempo tão bom. Para tristeza de um eventual piloto bom de chuva. Senna era, Galvão Bueno tentou convencer de que Rubinho também seria.
(Antes de clicar em publicar postagem, a chuva começa.)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
resultados da câmara
sábado, 27 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
bis
O repertório foi similar ao da apresentação anterior, com muitas músicas anteriormente gravadas por Nara Leão - a idéia era comemorar os 50 anos de bossa nova. Mas houve espaços para surpresas. Eurythmics marcou presença, como na vez passada, e as novidades foram versões de Duran Duran e...Michael Jackson! Todos aplaudidíssimos e com acompanhamento deste rato pop que lhes escreve.
Noite bela, e a torcida de que novos artistas - dentre os "grandes" - apareçam por aqui.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
A pessoa se encontra agora acima de qualquer impulso carnal que tenha sentido - ou que vieram a sentir por ela. Intocável. Penso em meu presente, no dela, querendo e não querendo especular o depois. O que lhe acontecerá não me compete. E eu? Ainda suscetível às paixões da terra. Ainda aqui, por razões incalculáveis.
Não tenho o impulso suicida, mas a verdade é que sofro, sabe? E quem partiu está livre do que padeço. Por enquanto?
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
convite - meu último concerto coral em campinas
Quero fazer um convite a vocês...no próximo dia 30 de agosto (sábado), o Canto Coral Exsultate, do qual faço parte, vai se apresentar no Festival de Música Sacra que está acontecendo este mês na Catedral Metropolitana de Campinas. O concerto está marcado para as 20:15 e no programa teremos o Magnificat de Pergolesi e dois corais do oratório Israel no Egito, da autoria de Haendel. Nesta última peça nos acompanhará o Coral Metrocamp e, durante todo o concerto, a Orquestra Ars Musicalis, ambos de Campinas.
Há mais um motivo pelo qual gostaria de ter a presença de vocês: esta apresentação será a minha despedida, ao menos por enquanto, de grupos corais. Quem me conhece sabe da importância do canto coral em minha vida nesses últimos anos, e foi em Campinas que essa história começou. Mas chegou a hora de dar um tempo, buscar novos ares. Mudarei de palcos, mas com alegria, a qual gostaria de partilhar com vocês. Me dão a honra?
Um abraço carinhoso do baixo de sempre,
André!
sábado, 19 de julho de 2008
Vem chegando a época das eleições e, não raro, ouvimos alguém comentar, "não há ninguém em quem se possa votar". Em uma cidade do Amapá, mais um pouco e esta frase poderia se tornar verdadeira.
Mais de noventa por cento dos postulantes a cargos eletivos em Mazagão podem ter suas candidaturas impugnadas; entre eles, todos - todos - os quatro concorrentes ao cargo de prefeito. 47 dos 52 candidatos à Câmara Municipal se encontram na mesma situação.
Quem esclarece o motivo é o Ministério Público estadual: “falta de moralidade e de condição de inegibilidade”. Há candidatos respondendo a mais de 20 processos de improbidade ou ações civis públicas.
Suponha-se que nada ocorra e todos os candidatos, ou a maioria deles, prossigam no pleito. Entre tantos nomes dotados de semelhante "ficha suja" assim comprovada, seria possível ao eleitor escolha legítima?
segunda-feira, 7 de julho de 2008
um assunto pendente
Mais de um mês se passou desde que assisti ao final da temporada de Lost - o tradicional episódio duplo com taquicardia e adrenalina dobradas - e só agora, que o AXN encerrou o quarto ano da série, eu me disponho a falar um pouquinho a respeito. Quanto a isso, sou obrigadoa admitir: aquela última cena trouxe uma revelação bombástica demais para o meu gosto. Perto dela, aceitar o primeiro flashforward da série, um ano ano atrás, foi fichinha. Mesmo. Mas o tempo dá jeito em tudo, em Lost inclusive, e hoje "aceito" melhor o grande chamariz para a quinta temporada, a ser exibida no longínquo ano de 2009, quando um punhado de coisas passará a fazer mais sentido, e outras tantas continuarão um mistério...
Não adianta, eu amo esse programa.
Está me amadurecendo a idéia de um mega review da quarta temporada. Idéias, idéias. Torçam para que se concretize!
quarta-feira, 2 de julho de 2008
não é que de vez em quando...
Para quem ainda não sabe, desde segunda-feira, Chapolin está de volta à programação do SBT. O horário é 13:15. O senão é que há emissoras da rede que exibem programação local nesse momento. Aqui em São Paulo as risadas estão garantidas, mas, em outras cidades, as únicas opções para matar as saudades do "Vermelhinho" são o Youtube e os sites de fãs. Ou suas gravações caseiras...
Outra do tio Silvio: a chamada para Grey's Anatomy é sensacional. Sabe por quê? Normalmente o estilo brega do SBT me enoja um tanto, mas neste caso, vem bem a calhar. "Compra a novela americana com a novela brasileira", diz a locução - a série vai passar às quintas, logo após Pantanal. Novela! Eu nunca assisti e nem pretendo, mas convenhamos, Grey's é isso mesmo. Só o intervalo entre os capítulos é que é mais longo e, por isso, a história quase sem fim dura longos anos, em vez de longos meses.
sábado, 28 de junho de 2008
rise and shine!
Though thy fate disastrous stems,
We have seen the setting sun
Rise and shine with brighter beams."
De The Torch Light And Public Advertiser, fevereiro de 1824.
Sempre gostei da expressão que dá título ao post. No texto acima, percebe-se uma clara referência ao Sol, mas podemos traduzi-la por algo como "acordar para a vida", fazer o que deve ser feito.
terça-feira, 24 de junho de 2008
a filosofia de seu madruga (com breves comentários)

"Não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar."
Apud um programa de televisão a que o velho pai da Chiquinha assistiu. O mestre - como, aliás, não surpreende - distinguia com sabedoria o trigo do joio na imprensa, e nos transmitia somente o melhor.
"Não existe trabalho ruim! O ruim é ter de trabalhar."
Não é preciso ser sábio para entender que esta lição não exclui a anterior. Trabalho, todos devem ter um, mas é impossível amá-lo, ou odiá-lo, durante cem por cento do tempo. Caso contrário, algo está muito errado!
"Na vida temos que sacrificar algumas coisas para conseguir outras."
Serve como justificativa para deixar de pagar o aluguel e para muitas outras situações práticas.
"Atores vemos...costumes não sabemos!"
Aqui o mestre se manifesta contra o culto às celebridades tão comum em nossos dias.
"Para o amor, não há barreiras! Todas se rompem!"
Sim, ele também versou sobre o amor. Como aconteceu com a maioria dos grandes nomes do pensamento humano, aqui as palavras de Madruga foram mal interpretadas, e ele acabou agarrado por Dona Clotilde.
"A vingança nunca é plena: mata a alma e a envenena."
Não somente uma grande lição de vida praticamente auto-explicativa, mas também um aforismo belamente construído - note-se a rima rica.
"As pessoas boas devem amar seus inimigos."
Madruga não usava de palavras difíceis em seus ensinamentos, dada sua origem humilde. Isso não impedia, contudo, que suas mensagens não tocassem fundo. Que o diga Dona Florinda, que após saber que o dito acima foi proferido por seu tradicional rival, não teve escolha senão a de louvar sua sabedoria, num dos momentos mais tocantes de todo o seriado.
E tenho dito! Se eu lembrar de mais pérolas, edito o post :)
domingo, 22 de junho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
festa junina (julina às vezes)
Não sei se festa junina pode ser considerada folclore, e na verdade isso não importa: simplesmente acho muito bom que siga acontecendo por nosso país. Prestigio sempre que posso.
minhocão morumbi?
Em que pese à ausência de senso que acomete alguns dos brasileiros em assuntos concernentes à chamada "paixão nacional", espero uma manifestação veemente dos moradores da nobre região contrários à obra que lhes tiraria (mais) o sossego e eliminaria o canteiro central de uma avenida. E vozes tais costumam ser ouvidas. Outra razão lógica para um "fora Minhocão" é sua serventia para lá de discutível: espera-se um movimento maior para a festinha do futebol, e depois?
A nós outros, resta a torcida. Contra a obra, e não por um time qualquer, como alguém poderia supor, já que por aqui se falou de futebol. E uma dúvida: como aquela monstruosidade em Santa Cecília, o Elevado Costa e Silva - primeiro e único de sua estirpe, espera-se - pôde um dia sair do papel?
sexta-feira, 20 de junho de 2008
nas alturas...
domingo, 15 de junho de 2008
que dia!
sábado, 14 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
realidade
domingo, 8 de junho de 2008
carta amistosa
Não escrevo, porém, para contar novas, aliás, numerosas e significativas, nem para pedir-lhe que me ponha a par das suas - se até minha vida andou, imagino o que não terá lhe acontecido. Ficará isso para depois. Agora, tudo que quero é sentar e, de certa forma, conversar. Peço a você, ao ler estas linhas, que imagine aquelas noites em outros tempos, tempos que poderíamos chamar de nossos, tão próximos que estávamos, tanto que compartilhávamos.
Ontem vi fotos suas e me foi impossível deixar de pensar, deixar a mente ir longe. A verdade é que você foi longe, meu amigo. Onde está agora, ninguém o diria em momento algum que chegaria. Você o disse, e isso fez toda a diferença. Por um tempo, ensaiamos que eu também tivesse um sonho, você bem se lembra. Como você, e como outros conhecemos em nossa época (suspiro), eu me levantaria contra todo e qualquer empecilho que viesse a surgir na tortuosa jornada a meu lugar mítico de direito. Mítico, porque muito, muito distante; de direito por aparente destino. Hoje...sinceramente, não creio mais que esteja neste mundo para realizar algum sonho. Ao contrário, se eu fosse acometido agora pela tristeza que por vezes tomava conta de mim quando ainda podíamos, você e eu, sentar e conversar, diria que meu destino é suportar pesadelos, de modo a com eles aprender alguma coisa. Que maneira de encarar a vida, você responderia, você que sempre a quis intensa, e assim se fez. Mas eu mudei...minhas idéias, meus conceitos mudaram. Não consigo mais crer que a vida seja uma só. Certas coisas simplesmente não se aplicam mais a mim. Nada de planos audazes que se imponham a pequenas probabilidades de êxito ou ao espanto do próximo e ao nosso próprio. ... aproveitando as chances que me forem dadas - que, veja só, ainda são variadas. Primeiro, as mais racionais, mais certas, e o que mais ver, lucro será.
Que ambos sejamos felizes conforme nos for permitido.
Um forte abraço.
terça-feira, 3 de junho de 2008
do que fazer a seguir
Que assim seja.
Não provoque situações que possam ter conseqüências das quais possa se arrepender, talvez para sempre.
domingo, 1 de junho de 2008
como no primeiro mundo. como, no primeiro mundo?
Não estive na inauguração, obviamente. De fato, adentrar o lugar não está em meus planos em tempo algum. Nem se eu fosse absurdamente endinheirado. De quantos templos de consumo extravagante a cidade ainda precisa? Há a monstruosa Daslu sem acesso para pedestres do outro lado da Marginal, onde também se constrói o futuro shopping de Vila Olímpia - numa área de trânsito complicado - e os já veteranos (e vizinhos) Morumbi e Market Place não estão longe.
Foi pelo jornal de hoje que soube da abertura do shopping, com o qual não simpatizo desde o início das obras. Quase todos os visitantes adoraram a sensação de estar no "primeiro mundo", torrar dinheiro como se estivessem em outro país. Pois fazê-lo com a imagem de um Brasil na cabeça não deve ser tarefa fácil, por mais "elite" que o visitante do shopping se sinta. Quando as obras estiverem completas e o cheiro do Rio Pinheiros não se insinuar tanto no local, como agora acontece - segundo o jornal, sempre - talvez a atmosfera primeiro-mundista se construa mais facilmente.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
(mais um post que não teria título...)
Que manhã maravilhosa foi a de hoje. Tive de sair de casa cedo hoje com uma óbvia nuvenzinha preta sobre a cabeça, mas as primeiras lindas cores do dia logo a dissiparam.
Preciso de uma câmera decente. A outra, aposentei para não me estressar (mais). Ai de mim, que vejo fotos em toda parte agora que tenho o "olho fotográfico" desperto - ainda que em nível principiante.
***
Sim, estou roendo todas as unhas para o final da quarta temporada de Lost, disponível para download em algumas horas. Ah, a terrível expectativa. Quais perguntas serão respondidas hoje? Quantas outras surgirão? E depois é a espera mortal até um longínquo 2009.
***
Aqui entre nós, quem precisa de um novo Tira da Pesada?
terça-feira, 27 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
gerais...generalíssimas
Meu cachorro fará quatro meses no dia 29, quando estrear o episódio final da quarta temporada de Lost (nos EUA).
Brrr.
***
Quem sou eu para concordar?
sexta-feira, 16 de maio de 2008
névoa
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Mais uma grande solução urbanística para carros. Agora, a torcida para que sejam contemplados em breve os habitantes e "passantes" da cidade que utilizam, ou podem bem vir a utilizar, outro meio de transporte, como ônibus, metrô, bicicleta.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
homem de ferro
sexta-feira, 2 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
flores
A propósito, interessaram-me por aqui: gerberas (parecem, mas não são margaridas), crisântemos, violetas, girassóis, kalanchoes e lírios alaranjados.
terça-feira, 29 de abril de 2008
foi quando com o alan moore eu vi, um cavalo de fogo ali...
Uma última coisa, não relacionada, ou relacionada demais: a competente Miriam Fisher dublava a doce Princesa Sara nos anos oitenta e hoje empresta voz à insana babá de Os Padrinhos Mágicos - personagens estranhos em desenhos idem, quão surpreendente.
Agora, com licença, ainda não acabei de ler aquela edição de Promethea.
domingo, 27 de abril de 2008
virada cultural
Já me rasguei para o acontecimento na prefeitura; cito mais dois eventos marcantes. Fãs antigos e recentes, novos e de mais idade compartilham do prazer de conferir o prazer dos Mutantes em se apresentar novamente - pude finalmente apreciar a unicidade do som da banda. Fernanda Takai atrasou, mas encantou o público; com sua simpatia, garantiu novos fãs ao repertório de seu primeiro cd solo.
terça-feira, 22 de abril de 2008
bem-vindo, tyrone!
Preciso dizer que o cachorrinho é uma graça? Ativo, brincalhão, carente - sempre quer a companhia de alguém e chora quando vê que vai ficar sozinho lá fora. Na foto a seguir, a carinha tristonha dele.

quinta-feira, 17 de abril de 2008
lembrem-se, lembrem-se
os sem-terra afinal
estão assentados na
pleniposse da terra:
de sem-terra passaram a
com-terra: ei-los
enterrados
desterrados de seu sopro
de vida
aterrados
terrorizados
terra que à terra
torna
pleniposseiros terra-
tenentes de uma
vala (bala) comum:
pelo avesso afinal
entranhados no
lato ventre do
latifúndio
que de im-
produtivo re-
velou-se assim u-
bérrimo: gerando pingue
messe de
sangue vermelhoso
lavradores sem
lavra ei-
los: afinal con-
vertidos em larvas
em mortuá-
rios despojos:
ataúdes lavrados
na escassa madeira
(matéria)
de si mesmos: a bala assassina
atocaiou-os
mortiassentados
sitibundos
decúbito-abatidos pre-
destinatários de uma
agra (magra)
re(dis)(forme) forma
- fome - a-
grária: ei-
los gregária
comunidade de meeiros
do nada:
enver-
gonhada a-
goniada
avexada
- envergoncorroída de
imo-abrasivo re-
morso -
a pátria
( como ufanar-se da? )
apátrida
pranteia os seus des-
possuídos párias -
pátria parricida:
que talvez só afinal a
espada flamejante
do anjo torto da his-
tória cha-
mejando a contravento e
afogueando os
agrossicários sócios desse
fúnebre sodalício onde a
morte-marechala comanda uma
torva milícia de janízaros-ja-
gunços:
somente o anjo esquerdo
da história escovada a
contrapelo com sua
multigirante espada po-
derá (quem dera! ) um dia
convocar do ror
nebuloso dos dias vin-
douros o dia
afinal sobreveniente do
justo
ajuste de
contas
terça-feira, 15 de abril de 2008
o lado bom
E neste final de semana estavam me contando sobre outras épocas em Capão Redondo...muito mato, bichos, árvores frutíferas...um clima meio de zona rural, mesmo. Coisa de 35, 40 anos atrás, nem é tanto tempo assim. E o tempo? Dá para acreditar que já houve geada por estas bandas? Invernos que faziam jus ao nome.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Pra piorar, o sonho foi tão, digamos, intenso, que, enquanto eu "estava" nele, pensei em colocar no blog alguma mensagem como, feliz natal a quem é de comemorá-lo. Algo assim. Do grupo que não celebra a festa me esqueci, mas garanto que não foi maldade.
O sonho, ou do pouco que lembro: havia até um grupinho vocal cantando músicas com mensagens natalinas. Eu não fazia parte dele, nem alguém conhecido.
Minha memória é tão boa em quase tudo, mas se recusa a funcionar quando o assusnto é sonhar. E até em sonho eu penso no blog: note-se que fiquei mais de dez dias sem postar.
segunda-feira, 31 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
fotos de celular
E note-se que, num primeiro instante, alguém poderia pensar que o celular, ao contrário, aos poucos nos desumaniza. Capture isto: uma pessoa se aproxima, falando, mas não é a você que ela se dirige. Nem a alguém próximo, aliás: seu interlocutor é um ser invisível, ele ou ela também a falar "consigo" em outra parte. Mas esta é uma foto à parte no álbum que ora contemplamos. Quase todos já ouviram da boca de alguém o dito "não vivo sem meu celular" e, a partir do que se apresenta nas próximas linhas, tal dependência se mostrará aos olhos legítimo sinal de...bem, tire o leitor sua conclusão.
Falamos acima sobre uma pessoa já engajada em uma conversação ao telefone. Mais interessante ainda, entretanto, é notarmos a posse do aparelhinho antes de qualquer palavra ser dita, quando ouvimos um daqueles toques ou ringtones tão correntes quanto extravagantes. Se o celular toca seqüências de peças eruditas ou pior, uma campainha de telefone, ele não poderia ser mais arcaico. Hoje muito se escolhe, basicamente, entre os hits do momento e os inventivos toques falados - quem já ouviu sabe, impossível descrevê-los. Quer algo marcante de verdade e as opções anteriores não satisfazem? Ninguém deixará de olhar em volta procurando aquele telefone que tocou o tema da clássica cena do assassinato em Psicose ou rugiu como o monstro de fumaça da ilha de Lost.
Completa-se a ligação. Agora, por favor, não seja indelicado e procure fechar os ouvidos à conversa alheia. Se, por um motivo qualquer, porém, a pessoa se vê obrigada a elevar o tom de voz...então seja bem-vindo, por um instante, à vida de um completo desconhecido. Seu papel é o de um confidente involuntário. E creia, não se experimenta o real constrangimento até o dia de ouvir a primeira briga ao celular. Um boi faz falta é nessas ocasiões, com o perdão da liberdade tomada ao dito popular. Os mais maldosos não seguram as risadas.
Álbum pitoresco, não? Teríamos mais cenas assim fascinantes, a seu modo, se prosseguíssemos. Nunca o criador do telefone celular deve haver imaginado que seu invento seria utilizado como um modo de expressão tão contundente.
quarta-feira, 26 de março de 2008
vida é para se maravilhar
marca
terça-feira, 18 de março de 2008
Fiz um midi para a melodia do joguinho, até mesmo porque não encontrei nenhum na Internet (que absurdo). Só que o Blogger não hospeda esse tipo de arquivo, então não posso mostrar aqui este fruto de meu trabalho.
segunda-feira, 17 de março de 2008
canto: eu já sabia!
Cristina Gawlas Viena, 16 mar (EFE).- Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes.
Até pouco tempo atrás, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.
A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque "não sabem", pois assim as privam de sua capacidade de "personificação" e o acesso à experiência do som.
"Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano", afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca "Medizin Populär".
"Cantar é a respiração estruturada", afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração.
Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.
Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.
Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje em dia, como os transtornos do sono, as doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.
As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueam e paralizam ou acumulam agressividade.
Através da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.
Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial.
Lembrando o ditado "quem canta, seus males espanta", não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.
O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente daquele que se encontra triste.
Na prática, observou-se que pacientes com Mal de Alzheimer, graças a uma música conhecida, recuperaram algumas lembranças, e pessoas que sofreram apoplexia conseguiram voltar a falar através do canto, segundo a especialista.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Conversei com uma amiga iniciada em espiritismo a respeito e ela acredita que posso estar prestes a receber uma mensagem, algo que devo divulgar, quando chegar a hora desse conteúdo se revelar.
sábado, 8 de março de 2008
felipe carrillo puerto
Puerto viveu um romance com a jornalista norte-americana Alma Reed, o qual foi celebrado na canção "La Peregrina".
Duas cidades mexicanas têm seu nome, nos estados de Quintana Roo e Oaxaca. Há também uma avenida na periferia da cidade de São Paulo, Brasil, chamada Felipe Carrillo Puerto.
Adaptado do Wikipedia. Clique para ler o artigo original (em inglês).
sexta-feira, 7 de março de 2008
obama citando sandman
quarta-feira, 5 de março de 2008
manhã
Eu tenho tanto medo de me apaixonar.



