Noite tranqüila, mas o que há em mim perturba, não permite desfrutar a calma que tanto prezo, de que tanto preciso. Estou inquieto. Vi o pesadelo com plenas condições de se concretizar. Preciso crer na minha capacidade de fazer diferente, eliminar o incômodo (...)
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sábado, 5 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Por que tanto trânsito, por que hoje há acidentes como nunca nas ruas, nas estradas...nas calçadas? Causas, poderíamos atribuir várias, sair culpando pessoas, coisas, mas eu parei um dia diante da televisão e me pus para pensar...atente aos comerciais: são tantos anúncios de automóveis, carros e motos de todos os modelos e preços, mais atenção ainda: é cada vez mais fácil adquiri-los, tantas facilidades, anos de crediário, compre agora e só termine lá longe, e quem mesmo assim ainda não pode, aguarda ansiosamente o momento de ter o seu carro, ou a sua moto - o importante é ser seu - a ganhar as ruas da cidade que são tantas, porque sempre adoramos carros mesmo quando poucos podiam tê-los...e hoje o transporte público é deficiente...bem, o cidadão adquire o seu veículo e quer mais andar com ele por aí, é seu direito, o problema é que por aí está tudo parado, cada vez mais parado, de modo que hora do rush vem se tornando coisa do passado, os dias são um rush. Aí começa a batalha. Moto, por exemplo, fica presa em trânsito só se o condutor quiser. E mais e mais condutores não querem, os carros param e as motos avançam, a buzina quase estourando os ouvidos de todos, ai de quem se colocar no caminho, retrovisores e vidas em risco. E os veículos com quatro rodas ou mais se vêem igualmente impacientes: avançam sinal, fecham cruzamento, invadem pistas proibidas. O resultado sabemos, vemos nas ruas por onde passamos ou não. O que precisaríamos sobretudo era menos egos, uma coletividade que passasse a agir mais como tal.
terça-feira, 18 de março de 2008
segunda-feira, 11 de junho de 2007
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
verdade
(texto que comecei em novembro passado, tentei terminar hoje e ainda está inacabado)
A minha verdade é aterradora, creio que poucos estejam preparados para ouvi-la.
(...)
Às vezes, quando em grupo, eu a pronuncio, a ver se o mundo se desequilibra diante das palavras que pronunciei. Soa uma única gargalhada, a minha; não me foi conferida a devida atenção. Assim, o traço mais temível torna-se uma piada não compreendida.
Ocorre também que temo os desconhecidos. Por não saber quem são, julgo que possam atravessar-me com o olhar e me desvendar. É uma apreensão momentãnea e tola. (...)Minha verdade é tão minha, somente eu posso trazê-la à percepção do mundo. Apenas não concebo como.
Ocorre também que temo os desconhecidos. Por não saber quem são, julgo que possam atravessar-me com o olhar e me desvendar. É uma apreensão momentãnea e tola. (...)Minha verdade é tão minha, somente eu posso trazê-la à percepção do mundo. Apenas não concebo como.
sábado, 25 de novembro de 2006
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