sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O blog está abandonado.
Há posts de julho ainda não concluídos, entre os rascunhos.
Atualmente não consigo nem pensar sobre o que escrever, quanto mais sentar ao micro e pôr mãos à obra. Tempo escasso.
Constato isso com pesar.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

convite - meu último concerto coral em campinas

Salve, queridos amigos de Campinas! Espero que todos estejam bem.
Quero fazer um convite a vocês...no próximo dia 30 de agosto (sábado), o Canto Coral Exsultate, do qual faço parte, vai se apresentar no Festival de Música Sacra que está acontecendo este mês na Catedral Metropolitana de Campinas. O concerto está marcado para as 20:15 e no programa teremos o Magnificat de Pergolesi e dois corais do oratório Israel no Egito, da autoria de Haendel. Nesta última peça nos acompanhará o Coral Metrocamp e, durante todo o concerto, a Orquestra Ars Musicalis, ambos de Campinas.
Há mais um motivo pelo qual gostaria de ter a presença de vocês: esta apresentação será a minha despedida, ao menos por enquanto, de grupos corais. Quem me conhece sabe da importância do canto coral em minha vida nesses últimos anos, e foi em Campinas que essa história começou. Mas chegou a hora de dar um tempo, buscar novos ares. Mudarei de palcos, mas com alegria, a qual gostaria de partilhar com vocês. Me dão a honra?
Um abraço carinhoso do baixo de sempre,
André!

sábado, 19 de julho de 2008

http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/53652.shtml

Vem chegando a época das eleições e, não raro, ouvimos alguém comentar, "não há ninguém em quem se possa votar". Em uma cidade do Amapá, mais um pouco e esta frase poderia se tornar verdadeira.
Mais de noventa por cento dos postulantes a cargos eletivos em Mazagão podem ter suas candidaturas impugnadas; entre eles, todos - todos - os quatro concorrentes ao cargo de prefeito. 47 dos 52 candidatos à Câmara Municipal se encontram na mesma situação.
Quem esclarece o motivo é o Ministério Público estadual: “falta de moralidade e de condição de inegibilidade”. Há candidatos respondendo a mais de 20 processos de improbidade ou ações civis públicas.
Suponha-se que nada ocorra e todos os candidatos, ou a maioria deles, prossigam no pleito. Entre tantos nomes dotados de semelhante "ficha suja" assim comprovada, seria possível ao eleitor escolha legítima?

segunda-feira, 7 de julho de 2008

um assunto pendente

A ilha não me permitiu ficar calado, sabe?
Mais de um mês se passou desde que assisti ao final da temporada de Lost - o tradicional episódio duplo com taquicardia e adrenalina dobradas - e só agora, que o AXN encerrou o quarto ano da série, eu me disponho a falar um pouquinho a respeito. Quanto a isso, sou obrigadoa admitir: aquela última cena trouxe uma revelação bombástica demais para o meu gosto. Perto dela, aceitar o primeiro flashforward da série, um ano ano atrás, foi fichinha. Mesmo. Mas o tempo dá jeito em tudo, em Lost inclusive, e hoje "aceito" melhor o grande chamariz para a quinta temporada, a ser exibida no longínquo ano de 2009, quando um punhado de coisas passará a fazer mais sentido, e outras tantas continuarão um mistério...
Não adianta, eu amo esse programa.


Está me amadurecendo a idéia de um mega review da quarta temporada. Idéias, idéias. Torçam para que se concretize!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

não é que de vez em quando...

...aparece coisa boa (ou, no mínimo, razoável) de onde menos se esperaria?
Para quem ainda não sabe, desde segunda-feira, Chapolin está de volta à programação do SBT. O horário é 13:15. O senão é que há emissoras da rede que exibem programação local nesse momento. Aqui em São Paulo as risadas estão garantidas, mas, em outras cidades, as únicas opções para matar as saudades do "Vermelhinho" são o Youtube e os sites de fãs. Ou suas gravações caseiras...
Outra do tio Silvio: a chamada para Grey's Anatomy é sensacional. Sabe por quê? Normalmente o estilo brega do SBT me enoja um tanto, mas neste caso, vem bem a calhar. "Compra a novela americana com a novela brasileira", diz a locução - a série vai passar às quintas, logo após Pantanal. Novela! Eu nunca assisti e nem pretendo, mas convenhamos, Grey's é isso mesmo. Só o intervalo entre os capítulos é que é mais longo e, por isso, a história quase sem fim dura longos anos, em vez de longos meses.

sábado, 28 de junho de 2008

rise and shine!

"Courage, child of Washington,
Though thy fate disastrous stems,
We have seen the setting sun
Rise and shine with brighter beams."

De The Torch Light And Public Advertiser, fevereiro de 1824.

Sempre gostei da expressão que dá título ao post. No texto acima, percebe-se uma clara referência ao Sol, mas podemos traduzi-la por algo como "acordar para a vida", fazer o que deve ser feito.

terça-feira, 24 de junho de 2008

a filosofia de seu madruga (com breves comentários)


(Se você não admite que se fale de Chaves, sinceramente não sei o que está fazendo por aqui.)


"Não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar."

Apud um programa de televisão a que o velho pai da Chiquinha assistiu. O mestre - como, aliás, não surpreende - distinguia com sabedoria o trigo do joio na imprensa, e nos transmitia somente o melhor.

"Não existe trabalho ruim! O ruim é ter de trabalhar."

Não é preciso ser sábio para entender que esta lição não exclui a anterior. Trabalho, todos devem ter um, mas é impossível amá-lo, ou odiá-lo, durante cem por cento do tempo. Caso contrário, algo está muito errado!

"Na vida temos que sacrificar algumas coisas para conseguir outras."

Serve como justificativa para deixar de pagar o aluguel e para muitas outras situações práticas.


"Atores vemos...costumes não sabemos!"

Aqui o mestre se manifesta contra o culto às celebridades tão comum em nossos dias.

"Para o amor, não há barreiras! Todas se rompem!"

Sim, ele também versou sobre o amor. Como aconteceu com a maioria dos grandes nomes do pensamento humano, aqui as palavras de Madruga foram mal interpretadas, e ele acabou agarrado por Dona Clotilde.

"A vingança nunca é plena: mata a alma e a envenena."


Não somente uma grande lição de vida praticamente auto-explicativa, mas também um aforismo belamente construído - note-se a rima rica.

"As pessoas boas devem amar seus inimigos."

Madruga não usava de palavras difíceis em seus ensinamentos, dada sua origem humilde. Isso não impedia, contudo, que suas mensagens não tocassem fundo. Que o diga Dona Florinda, que após saber que o dito acima foi proferido por seu tradicional rival, não teve escolha senão a de louvar sua sabedoria, num dos momentos mais tocantes de todo o seriado.


E tenho dito! Se eu lembrar de mais pérolas, edito o post :)

domingo, 22 de junho de 2008

(telefone toca)

escritório
consultório
refeitório
reformatório

sanatório

envoltório

sábado, 21 de junho de 2008

festa junina (julina às vezes)

E vivam a quadrilha, o casamento na roça, as crianças vestidas de caipirinhas, as barraquinhas com gincanas e quitutes - mesmo coisas que não gosto, como quentão. E ainda tem correio elegante e a prisão. A fogueira. A quadrilha. Balão e rojão me deixam meio preocupado.
Não sei se festa junina pode ser considerada folclore, e na verdade isso não importa: simplesmente acho muito bom que siga acontecendo por nosso país. Prestigio sempre que posso.

minhocão morumbi?

É sobre o que acabei de ler nesta matéria no Yahoo. De algum lugar surgiu a idéia de construir uma pista elevada entre a futura estação São Paulo-Morumbi do metrô ao estádio do bairro. Justifica-se a pressa para chegar ao futebol com a proximidade da Copa do Mundo de 2014.
Em que pese à ausência de senso que acomete alguns dos brasileiros em assuntos concernentes à chamada "paixão nacional", espero uma manifestação veemente dos moradores da nobre região contrários à obra que lhes tiraria (mais) o sossego e eliminaria o canteiro central de uma avenida. E vozes tais costumam ser ouvidas. Outra razão lógica para um "fora Minhocão" é sua serventia para lá de discutível: espera-se um movimento maior para a festinha do futebol, e depois?
A nós outros, resta a torcida. Contra a obra, e não por um time qualquer, como alguém poderia supor, já que por aqui se falou de futebol. E uma dúvida: como aquela monstruosidade em Santa Cecília, o Elevado Costa e Silva - primeiro e único de sua estirpe, espera-se - pôde um dia sair do papel?

sexta-feira, 20 de junho de 2008

nas alturas...

"Em cima, o mundo da era espacial onde equipes de noticiários voadoras viajam pelo céu para seu próximo furo de reportagem e ricos executivos transitam sem esforços entre condomínios de luxo, balneários na praia e reuniões de negócios; embaixo, o caos congestionado onde a vasta maioria dos moradores se espremem juntos em uma orgia de engarrafamentos e acidentes de moto."


Minha cidade segundo o "Guardian"! Não é chique?

domingo, 15 de junho de 2008

que dia!

Argh! Tudo que quero é esquecer este domingo. Todos têm aqueles dias terríveis; este foi o meu. Enfrentei conduções cheias e mal cheirosas, chuva, vento, chuva mais vento...para nada. Minha feliz recompensa não veio, a felicidade se recusou a sorrir para mim hoje. Melhor sorte na próxima.

sábado, 14 de junho de 2008

Em suas preces, peçam por mim. Façam com que me seja permitido descansar. Fechar os olhos, ir para o longe, e ao regressar, estar inteiro novamente. Que as inquietações cessem.

terça-feira, 10 de junho de 2008

realidade

O seu animal de estimação tende a perder parte de sua fofura quando você descobre que, no interior daquela linda embalagem, pode haver parasitas.

domingo, 8 de junho de 2008

carta amistosa

Meu caro amigo, que esta missiva o encontre bem. Devo-lhe uma visita, uma conversa mais demorada, uma tentativa de reviver os bons tempos (...), enfim; enquanto tal hora não chega, vai a carta mesmo, a fim de mostrar que não o esqueço.
Não escrevo, porém, para contar novas, aliás, numerosas e significativas, nem para pedir-lhe que me ponha a par das suas - se até minha vida andou, imagino o que não terá lhe acontecido. Ficará isso para depois. Agora, tudo que quero é sentar e, de certa forma, conversar. Peço a você, ao ler estas linhas, que imagine aquelas noites em outros tempos, tempos que poderíamos chamar de nossos, tão próximos que estávamos, tanto que compartilhávamos.
Ontem vi fotos suas e me foi impossível deixar de pensar, deixar a mente ir longe. A verdade é que você foi longe, meu amigo. Onde está agora, ninguém o diria em momento algum que chegaria. Você o disse, e isso fez toda a diferença. Por um tempo, ensaiamos que eu também tivesse um sonho, você bem se lembra. Como você, e como outros conhecemos em nossa época (suspiro), eu me levantaria contra todo e qualquer empecilho que viesse a surgir na tortuosa jornada a meu lugar mítico de direito. Mítico, porque muito, muito distante; de direito por aparente destino. Hoje...sinceramente, não creio mais que esteja neste mundo para realizar algum sonho. Ao contrário, se eu fosse acometido agora pela tristeza que por vezes tomava conta de mim quando ainda podíamos, você e eu, sentar e conversar, diria que meu destino é suportar pesadelos, de modo a com eles aprender alguma coisa. Que maneira de encarar a vida, você responderia, você que sempre a quis intensa, e assim se fez. Mas eu mudei...minhas idéias, meus conceitos mudaram. Não consigo mais crer que a vida seja uma só. Certas coisas simplesmente não se aplicam mais a mim. Nada de planos audazes que se imponham a pequenas probabilidades de êxito ou ao espanto do próximo e ao nosso próprio. ... aproveitando as chances que me forem dadas - que, veja só, ainda são variadas. Primeiro, as mais racionais, mais certas, e o que mais ver, lucro será.
Que ambos sejamos felizes conforme nos for permitido.
Um forte abraço.

terça-feira, 3 de junho de 2008

do que fazer a seguir

Sempre vou me cuidar. Farei o possível, o que estiver ao meu alcance, para não agir de maneira imprudente. Tenho um compromisso com meu bem-estar, o qual garante também ajuda a outras pessoas - mesmo a quem sequer imagino. Quem me fornece tal aviso pode também vir em meu auxílio.
Que assim seja.
Não provoque situações que possam ter conseqüências das quais possa se arrepender, talvez para sempre.

domingo, 1 de junho de 2008

como no primeiro mundo. como, no primeiro mundo?

Foi inaugurado ontem ao público o Shopping Cidade Jardim, localizado na Marginal Pinheiros, entre as pontes de acesso à Avenida dos Bandeirantes e a novíssima ponte estaiada. Não ainda a pleno vapor; muitas lojas ainda estão fechadas ou mesmo em obras. Atrás do shopping estão também em construção quatro edifícios, a se tornarem os mais altos da cidade.
Não estive na inauguração, obviamente. De fato, adentrar o lugar não está em meus planos em tempo algum. Nem se eu fosse absurdamente endinheirado. De quantos templos de consumo extravagante a cidade ainda precisa? Há a monstruosa Daslu sem acesso para pedestres do outro lado da Marginal, onde também se constrói o futuro shopping de Vila Olímpia - numa área de trânsito complicado - e os já veteranos (e vizinhos) Morumbi e Market Place não estão longe.
Foi pelo jornal de hoje que soube da abertura do shopping, com o qual não simpatizo desde o início das obras. Quase todos os visitantes adoraram a sensação de estar no "primeiro mundo", torrar dinheiro como se estivessem em outro país. Pois fazê-lo com a imagem de um Brasil na cabeça não deve ser tarefa fácil, por mais "elite" que o visitante do shopping se sinta. Quando as obras estiverem completas e o cheiro do Rio Pinheiros não se insinuar tanto no local, como agora acontece - segundo o jornal, sempre - talvez a atmosfera primeiro-mundista se construa mais facilmente.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

(mais um post que não teria título...)

A pessoa, caso volte ao blog, sabe do que estou falando ;)


Que manhã maravilhosa foi a de hoje. Tive de sair de casa cedo hoje com uma óbvia nuvenzinha preta sobre a cabeça, mas as primeiras lindas cores do dia logo a dissiparam.
Preciso de uma câmera decente. A outra, aposentei para não me estressar (mais). Ai de mim, que vejo fotos em toda parte agora que tenho o "olho fotográfico" desperto - ainda que em nível principiante.

***

Sim, estou roendo todas as unhas para o final da quarta temporada de Lost, disponível para download em algumas horas. Ah, a terrível expectativa. Quais perguntas serão respondidas hoje? Quantas outras surgirão? E depois é a espera mortal até um longínquo 2009.

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Aqui entre nós, quem precisa de um novo Tira da Pesada?

terça-feira, 27 de maio de 2008

E agora essa possibilidade de vender a Nossa Caixa. Pouco sei de economia, como a população em geral, mas atrevidamente me pergunto o que leva a conclusão de que o Estado de São Paulo não deve mais gerir um banco. Mais ainda em se tratando daquele que hoje é responsável pela folha de pagamento do funcionalismo público paulista, estadual ou de seus municípios - a qual, estranhamente, até bem pouco tempo atrás, estava nas mãos dos espanhóis do Santander desde a venda do Banespa, há anos. Ninguém havia pensado, ou pensa agora, que servidor paulista deveria receber seu contracheque de São Paulo? O possível novo dono da instituição paulista seria o Banco do Brasil, que faria o arremate por venda direta. Há, porém, quem questione a legalidade de tal procedimento, dizendo que empresa pública se vende por leilão, aberto a quem interessasse. E banco grande interessa a banco grande; aí também viriam as megarredes privadas, nacionais ou multinacionais, e seus lances vistosos. Em se fechando o negócio com o BB por qualquer via, levando-se também em conta a recente incorporação de outros estaduais pelo mesmo, surge um banco estatal tão poderoso quanto os maiores privados. Então os mais críticos à desestatização diriam que, não tivesse havido a farra de privatizações de alguns anos, que vendeu bancos estaduais como o Banespa e todas as operadoras de telefonia, entre tantas outras empresas, não seria preciso incentivar o surgimento de banco gigante estatal algum. E com a inocência de quem é leigo em granes finanças, deixo outra pergunta: até que ponto uma empresa pública deve ser competitiva? O pouco que consigo apreender desse jogo trata da quantia absurda de dinheiro que os já mui abastados banqueiros e investidores tiram como do nada, enquanto nós outros...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

gerais...generalíssimas



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Meu cachorro fará quatro meses no dia 29, quando estrear o episódio final da quarta temporada de Lost (nos EUA).
Brrr.

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Alguém diria que esta é uma boa época para estar solteiro...
Quem sou eu para concordar?